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Cairu é sinônimo de sabor e qualidade

Tradicional sorveteria do Pará ganha prêmios pelo Brasil há 50 anos e quer conquistar o

mundo

Crédito da foto: Arquivo pessoal da Cairu.

No final da tarde, como sobremesa ou apenas para aliviar o calor, o sorvete faz parte da rotina dos paraenses. E se o sabor for regional, melhor ainda. Do clássico chocolate ao regional açaí com tapioca, a Cairu faz o maior sucesso e está entre as melhores sorveterias do Brasil, sendo referência de qualidade para os consumidores e outras marcas.

Tradicional e com sabores únicos, a empresa se mantém como a melhor sorveteria de Belém há mais de 50 anos e está entre as melhores do Brasil. Açaí, Bacaba, Uxi, Bacuri, Cupuaçu, Castanha do Pará, Tapioca e Muruci são alguns sorvetes regionais do cardápio que os paraenses amam e com os quais os turistas se encantam.

Cairu era um boteco. A história começou a mudar quando o casal Armando e Ruth Laiun resolveram fazer e vender picolés com o intuito de atrair outro tipo de público. O nome “cairu" já estava no local e assim ficou. A venda de picolés deu tão certo, que logo o boteco se transformou em sorveteria.

Crédito da foto: Arquivo pessoal da Cairu.

A sorveteria acumula muitos prêmios, como explica Roberto Bino, diretor da empresa. “A maior conquista da empresa, além do reconhecimento das pessoas, sem dúvida foi o lugar como melhor sorveteria do Brasil dado pelo tripadvisor, que é um site mundial. A gente também ficou em primeiro lugar em todas as edições do guia Comer e Beber da revista Veja, e sempre em primeiro lugar no Festival Gastronômico Estrela Azul do jornal Diário do Pará, entre outros prêmios que a gente já ganhou durante esses anos. Assim que passar a pandemia, a gente vai para a Itália para concorrer como melhor sorvete do mundo”, disse.

Entre os maiores sucessos de venda está o sorvete Carimbó, feito de castanha do Pará com doce de cupuaçu. “O sabor tradicional mais vendido é o Chocolate, sabor mundial que as pessoas adoram. Falando de sabor regional é difícil apontar apenas um. Tem alguns que saem mais: o Açaí; o Mestiço, que é o


sorvete de açaí misturado com o de tapioca; tem o Paraense, que é açaí só com farinha de tapioca, e o Carimbó, que é um sucesso. Para mim, o Carimbó é um grande destaque. As pessoas que vêm de fora ficam alucinadas quando provam. Misturar sorvete com doce de cupuaçu é diferente de tudo ”, contou o diretor.

Mas afinal, qual é a receita para tanto sucesso? Segundo Roberto, o amor faz parte dessa mistura. “A receita é amar o que a gente faz. A gente ama fazer sorvete, trabalhar com sorvete. O nosso maior desafio é entregar o melhor produto para o nosso consumidor diariamente. Talvez essa seja a receita do sucesso da Cairu, o amor. Além disso, a gente tem o melhor. As máquinas que batem o sorvete até os produtos que a gente usa para fazê-los são de nível mundial. Hoje não deixamos a desejar para nenhuma sorveteria do mundo.

Sorvete Carimbó (castanha do Pará com doce de cupuaçu) - Credito da foto: Arquivo pessoal da Cairu.

Talvez o nosso diferencial para manter esse padrão de muitos anos seja esse: estar sempre usando o melhor que existe no mercado, as melhores matérias- primas e frutas frescas”, destacou.

Com tanto cuidado, o sentimento dos clientes não poderia ser outro. "O sorvete da Cairu é o mais gostoso que eu já comi. É como se estivesse comendo a própria fruta, só que melhor ainda porque é cremoso. Já virou uma referência para mim, fica até difícil provar outro sorvete e não comparar com o deles. Eu sou apaixonado pelo sorvete de bacuri e de cupuaçu", contou o atendente de loja Weslley Pinheiro.

Se “quem vai ao Pará, parou. Tomou açaí, ficou”, quem toma um sorvete regional da Cairu também quer ficar e levar essa delícia para casa. A tradição da empresa é tanta, que se tornou parada – quase – obrigatória nos roteiros turísticos na capital. “O povo de fora procura muito e adora tanto que, na maioria das vezes, muitos compram isopor para levar para fora. A gente vende uma sacolinha térmica justamente para os turistas levarem. A Cairu já faz parte do roteiro de turismo de Belém, principalmente na Estação das Docas”, afirmou o diretor da sorveteria.

Mesmo uma empresa desse porte sente os efeitos negativos de uma crise. “Se manter durante a pandemia tem sido um desafio diário para nós. É uma coisa nova na nossa vida, a gente jamais imaginou que iria passar por isso, mas acreditamos muito no nosso produto e a empresa tem se preparado cada vez

mais, administrativamente falando, e está superando toda e qualquer dificuldade que possa acontecer”, contou Roberto.

“A Cairu é, com toda certeza, muito mais do que trabalho. É amor, família, responsabilidade. Por ter se tornado praticamente um patrimônio do Estado do Pará, é uma grande responsabilidade deixar as coisas no mesmo padrão para não deixar a desejar para ninguém que visite nossa loja. Por isso, além de todas as coisas boas que a Cairu representa, também é uma grande responsabilidade mantê-la”, ressaltou o diretor da empresa.

Encontrar uma sorveteria Cairu é muito fácil. Existem quatro lojas de rua espalhadas por Belém: uma na avenida Conselheiro Furtado, no bairro de Batista Campos; uma na travessa Dom Romualdo de Seixas e outra na travessa 14 de Março, no bairro Umarizal; e na avenida Governador José Malcher, em São Brás. Além das lojas de rua, há uma loja Cairu no Shopping Boulevard, uma no Shopping Grão Pará, uma no Parque Shopping, duas no Shopping Pátio Belém, duas unidades na Estação das Docas e uma em Mosqueiro.

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