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Peixes do Mato: sabores que nascem da água e da memória
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na vastidão dos rios brasileiros, especialmente na Amazônia, existe uma culinária que não se aprende apenas em livros — ela se vive. Os chamados “peixes do mato” são a expressão mais autêntica dessa relação entre o homem, a natureza e o alimento. Vindos das águas doces, carregam em si não apenas sabor, mas história, território e identidade. Diferente dos peixes do mar, os peixes do mato possuem características únicas: carnes mais densas, sabo

Ronaldo Oliveira
9 de abr.2 min de leitura


Entre a Pedra do Peixe e o Ver-o-Peso: a alma da Semana Santa paraense
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Pedra do Peixe e no histórico Ver-o-Peso, a gastronomia paraense encontra seu pulso mais autêntico. É ali que o dia nasce cedo, no som das caixas sendo abertas, no cheiro do rio e na escolha criteriosa do peixe fresco — elemento central da mesa amazônica. Crédito da foto: arquivo pessoal. Mais do que pontos de comércio, esses espaços são territórios de saber. Pescadores, feirantes e cozinheiras compartilham técnicas, histórias e segredos q

Ronaldo Oliveira
2 de abr.1 min de leitura


Gurijuba: a elegância das águas amazônicas no prato
créditos da foto: arquivo pessoal. Há ingredientes que alimentam, e há aqueles que contam histórias. A gurijuba pertence ao segundo grupo. Nascida das águas generosas da Amazônia, esse peixe carrega consigo não apenas sabor, mas memória, cultura e identidade. Presente nas feiras, nos mercados e nas mesas do Norte, ela é um elo entre o rio e a cozinha, entre o saber tradicional e a criatividade contemporânea. De carne clara, firme e delicadamente suculenta, a gurijuba possui u

Ronaldo Oliveira
25 de mar.2 min de leitura


Farinha: herança e identidade na mesa paraense
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na culinária do Pará, poucos elementos são tão presentes e simbólicos quanto a farinha. Presente nas mais diversas refeições, ela acompanha o peixe frito, engrossa caldos, mistura-se ao feijão e até divide protagonismo com o açaí. Para muitos paraenses, comer sem farinha não é apenas incomum — é quase impensável. Esse hábito cotidiano revela muito mais do que uma preferência alimentar. Ele reflete uma herança cultural profundamente ligada à h

Ronaldo Oliveira
19 de mar.2 min de leitura


Pirarucu: o bacalhau da Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal Poucos ingredientes representam tão bem a identidade da culinária amazônica quanto o Pirarucu. Habitante ancestral das águas da região, esse gigante dos rios não é apenas um peixe de grande porte, mas também um verdadeiro patrimônio gastronômico da Amazônia. Sua presença na mesa amazônica revela duas faces igualmente importantes: o pirarucu fresco e o pirarucu salgado. Crédito da foto: arquivo pessoal. O pirarucu fresco carrega consigo o sabor

Ronaldo Oliveira
11 de mar.2 min de leitura


Tacacá: Patrimônio Líquido da Amazônia
créditos da foto: arquivo pessoal. Falar de tacacá é falar de memória líquida da Amazônia. É falar de cuia fumegante nas mãos, de conversa na calçada, de tarde que escurece cedo no inverno amazônico. O tacacá não é apenas uma iguaria: é um ritual cotidiano que atravessa gerações. O Tacacá nasce do encontro de saberes indígenas com a força dos ingredientes da floresta. A base é o tucupi — extraído da mandioca brava e cuidadosamente fermentado e cozido — temperado com alho, chi

Ronaldo Oliveira
5 de mar.2 min de leitura


O inverno amazônico à mesa
Crédito da foto: arquivo pessoal. Quando o inverno amazônico chega, não traz apenas a chuva farta que renova rios e florestas. Ele inaugura um tempo de abundância silenciosa, marcado pelo amadurecer de frutas que moldam sabores, técnicas e memórias da gastronomia amazônica. É nesse período que a cozinha se alinha ao ritmo da natureza, respeitando a sazonalidade e celebrando aquilo que a terra oferece no seu auge. A pupunha surge como símbolo dessa estação. Mais conhecida em s

Ronaldo Oliveira
24 de fev.2 min de leitura


Meu país chamado Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal. Falar de gastronomia amazônica é falar de território, de memória e de pertencimento. É entender que a Amazônia não é apenas um bioma, mas um país simbólico, diverso e profundamente enraizado nos saberes de seus povos. Na mesa amazônica, o alimento carrega história, identidade e uma relação íntima com a natureza, respeitando os ciclos das águas, da floresta e do tempo. Quando se pensa em Amazônia, muitos imaginam apenas rios e floresta fechada

Ronaldo Oliveira
18 de fev.2 min de leitura


Limão, pitiú e peixe: o que a culinária amazônica nos ensina
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, o cheiro do peixe tem nome, história e significado. Chamamos de pitiú — palavra que não se traduz apenas como odor, mas como identidade. O pitiú é o aroma do rio, da escama fresca, da água doce ainda viva na carne. Para quem nasceu e cresceu à beira d’água, ele não é defeito: é sinal de origem. Ainda assim, ao longo do tempo, o limão passou a ocupar um lugar quase obrigatório no trato do peixe. Espreme-se antes, durante e de

Ronaldo Oliveira
12 de fev.2 min de leitura


A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais
A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais. Coluna de Ronaldo Oliveira no site Gastronomia Paraense.

Ronaldo Oliveira
5 de fev.2 min de leitura
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