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Gastronomia e Oscar
Crédito da foto: divulgação. Olá, estranhos. Hoje é dia de Oscar, uma das maiores festas do cinema mundial. É o momento em que o público para para acompanhar a lista dos melhores filmes do ano. Eu, que sou apaixonado por cinema, começo essa maratona bem antes: desde novembro assisto aos filmes e acompanho aqueles que podem chegar à premiação. Mas a pergunta que deixo hoje é outra: o que a gastronomia tem a ver com o cinema? A resposta pode parecer simples, mas é profunda. Gas

Kenny Nogueira
15 de mar.2 min de leitura


Técnicas x Receitas
Crédito da foto: arquivo pessoal. Olá, estranhos. Muitas vezes temos a falsa sensação de que, quando buscamos fazer um prato de comida que não conhecemos, procuramos receitas na internet e acabamos nos prendendo totalmente a elas para preparar o prato. Mas será que isso é realmente o mais importante? A grande questão da coluna de hoje é entender que não existe uma receita 100% fechada ou 100% verdadeira. Cada pessoa tem a sua própria versão de uma receita — e isso é muito pós

Kenny Nogueira
8 de mar.3 min de leitura


Pupunha: riqueza, tradição e sabor no inverno amazônico
créditos da foto: arquivo pessoal. Estamos no inicio de março, enquanto Amazônia, A cidade de Belém vive o período das cheias dos rios e das fortes chuvas do inverno amazônico, também encontramos o simbolismo de um dos produtos mais representativos da regional: A Pupunha( (Bactris gasipaes Kunth) Para muitos paraenses, a pupunha desperta memórias afetivas simples e profundas. Quantas pessoas não se lembram de um café no final da tarde acompanhado de pupunha cozida? Esse hábi

Edivaldo Cordeiro
5 de mar.3 min de leitura


O inverno amazônico à mesa
Crédito da foto: arquivo pessoal. Quando o inverno amazônico chega, não traz apenas a chuva farta que renova rios e florestas. Ele inaugura um tempo de abundância silenciosa, marcado pelo amadurecer de frutas que moldam sabores, técnicas e memórias da gastronomia amazônica. É nesse período que a cozinha se alinha ao ritmo da natureza, respeitando a sazonalidade e celebrando aquilo que a terra oferece no seu auge. A pupunha surge como símbolo dessa estação. Mais conhecida em s

Ronaldo Oliveira
24 de fev.2 min de leitura


Fala meu povo lindo! Tudo bem com vocês?
Crédito da foto: arquivo pessoal. Senta aqui comigo rapidinho. Puxa a cadeira, que o café tá passado e o rio tá fazendo aquele barulhinho de maré mansa... Tem dias que eu olho pro Combu e penso: como foi que a gente conseguiu transformar uma travessia curta numa viagem inteira? Porque não é só “ir ali na ilha”. É mudar o ritmo. É sair do asfalto e entrar num relógio que mede o tempo em maré, em vento e em cheiro de brisa do rio. O turismo gastronômico por aqui é engraçado: el

Arturo Báez
21 de fev.2 min de leitura


Meu país chamado Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal. Falar de gastronomia amazônica é falar de território, de memória e de pertencimento. É entender que a Amazônia não é apenas um bioma, mas um país simbólico, diverso e profundamente enraizado nos saberes de seus povos. Na mesa amazônica, o alimento carrega história, identidade e uma relação íntima com a natureza, respeitando os ciclos das águas, da floresta e do tempo. Quando se pensa em Amazônia, muitos imaginam apenas rios e floresta fechada

Ronaldo Oliveira
18 de fev.2 min de leitura


Fala meu povo lindo! Tudo bem com vocês?
Crédito da foto: arquivo pessoal. Tomando meu cafezinho, aqui no Combu, e refletindo sobre esse povo ribeirinho guerreiro. Aqui na ilha, bioeconomia e sustentabilidade não são pauta de seminário. São rotina!Basta uma pausa rápida para um cafezinho na beira do rio, olhando o vai e vem das embarcações de diversos tamanhos e modelos, para constatarmos que aqui produzir e preservar não são caminhos paralelos, são escolhas necessárias para manutenção do ofício ribeirinho. A bioeco

Arturo Báez
14 de fev.2 min de leitura


Guaraná da Amazônia une tradição indígena e identidade gastronômica paraense
Guaraná da Amazônia

Edivaldo Cordeiro
13 de fev.2 min de leitura


A Cozinha Amazônica e o Número de Ouro: a matemática que nasce do rio
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, a comida nunca foi apenas alimento. Ela é equilíbrio, tempo, observação da natureza e respeito ao ciclo da vida. Muito antes de a matemática chamar de número de ouro (φ ≈ 1,618), a cozinha amazônica já praticava essa proporção intuitivamente — no prato, no preparo e na relação com o território. O número de ouro é conhecido como a proporção da harmonia. Está presente nas folhas, nas conchas, nos rios sinuosos e também na forma com

Rômulo Aires (Téo)
10 de fev.2 min de leitura


A matemática também mora no rio
Coluna de Rômulo Aires no site Gastronomia Paraense

Rômulo Aires (Téo)
3 de fev.1 min de leitura
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