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Comida que faz bem ao coração
Crédito da foto: arquivo pessoal. Olá Estranhos! Sabe aquelas receitas que dão um toque lá no coração? Aquelas receitas que trazem à memória um aperto ou um quentinho que só quem sente sabe o quanto é bom. Esses dias falei muito sobre ter que voltar, fazer a diferença na cozinha, e hoje quero falar sobre o porquê de cozinharmos, muitas vezes. Foi na Grécia e em Roma que o alimento deixou de ser apenas uma necessidade biológica e passou a ganhar outro status. Surge a era dos b

Kenny Nogueira
26 de abr.3 min de leitura


Temos que redescobrir o Brasil
Crédito da foto: arquivo pessoal. No próximo dia 22 de abril, o Brasil completa 526 anos de “descoberta”, ou melhor, de ocupação. Talvez essa seja a forma mais adequada de se pensar a chegada dos europeus ao nosso território, tendo em vista que já existiam povos vivendo aqui. Povos com sua própria cultura, organização social e, acima de tudo, com suas próprias formas de compreender a alimentação. Mas, ao mesmo tempo, nesta semana vimos a premiação de dois restaurantes brasile

Kenny Nogueira
20 de abr.4 min de leitura


O dia em que esquecemos por que começamos a cozinhar
créditos da foto: arquivo pessoal. Precisamos voltar à raiz, nos reconectar com quem somos dentro da cozinha. Isso é algo em que tenho pensado muito nos últimos dias. Estava refletindo sobre alguns pratos e sobre diferentes formas de refazer o mesmo prato. É impressionante como, às vezes, nos perdemos tentando reproduzir o que está na moda, o que está bombando na internet. Eu sempre volto à história do “morango do amor”, e parece que nós, cozinheiros, estamos sempre esperando

Kenny Nogueira
12 de abr.4 min de leitura


Peixes do Mato: sabores que nascem da água e da memória
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na vastidão dos rios brasileiros, especialmente na Amazônia, existe uma culinária que não se aprende apenas em livros — ela se vive. Os chamados “peixes do mato” são a expressão mais autêntica dessa relação entre o homem, a natureza e o alimento. Vindos das águas doces, carregam em si não apenas sabor, mas história, território e identidade. Diferente dos peixes do mar, os peixes do mato possuem características únicas: carnes mais densas, sabo

Ronaldo Oliveira
9 de abr.2 min de leitura


Celebrações da cultura popular, da criatividade gastronômica e da convivência social
Crédito da foto: arquivo pessoal. A gastronomia é, antes de tudo, uma linguagem. Uma forma de comunicação que traduz cultura, território e identidade. Cada ingrediente carrega uma história, cada técnica revela um saber, e cada prato servido é um encontro entre tradição e inovação. Quando observamos a cozinha contemporânea, percebemos que ela vai além do sabor. Ela envolve gestão, planejamento, conhecimento técnico e, principalmente, propósito. Cozinhar profissionalmente exige

Edivaldo Cordeiro
3 de abr.3 min de leitura


Entre a Pedra do Peixe e o Ver-o-Peso: a alma da Semana Santa paraense
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Pedra do Peixe e no histórico Ver-o-Peso, a gastronomia paraense encontra seu pulso mais autêntico. É ali que o dia nasce cedo, no som das caixas sendo abertas, no cheiro do rio e na escolha criteriosa do peixe fresco — elemento central da mesa amazônica. Crédito da foto: arquivo pessoal. Mais do que pontos de comércio, esses espaços são territórios de saber. Pescadores, feirantes e cozinheiras compartilham técnicas, histórias e segredos q

Ronaldo Oliveira
2 de abr.1 min de leitura


Fala meu povo lindo! Bora tomar nosso café na beira do rio?
Crédito da foto: arquivo pessoal Vou aproveitar esse visual do Rio Guamá e falar um pouco sobre empreender na Amazônia A maré descendo devagar, o sol tá querendo dar as caras hoje, aquele silêncio que só existe por aqui. Quem vive na Amazônia sabe… tem horas em que tudo parece andar num ritmo diferente. E talvez seja justamente isso que mais ensina. Empreender na Amazônia, principalmente em lugares como o Combu, não é só abrir um negócio. É aceitar jogar um jogo com outras re

Arturo Báez
24 de mar.2 min de leitura


Gastronomia como negócio
Crédito da foto: arquivo pessoal. Durante muito tempo, cozinhar foi associado apenas ao talento, à criatividade e ao afeto. Mas, na prática, transformar a gastronomia em fonte de renda exige algo além do sabor, exige gestão, pesquisa, dedicação e empenho. A cozinha profissional, seja em casa, na rua ou em um restaurante, precisa ser tratada com responsabilidade, como uma empresa, uma fonte de rendimento e de sustento, com estratégia, controle e visão de futuro. O primeiro pas

Edivaldo Cordeiro
20 de mar.2 min de leitura


Farinha: herança e identidade na mesa paraense
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na culinária do Pará, poucos elementos são tão presentes e simbólicos quanto a farinha. Presente nas mais diversas refeições, ela acompanha o peixe frito, engrossa caldos, mistura-se ao feijão e até divide protagonismo com o açaí. Para muitos paraenses, comer sem farinha não é apenas incomum — é quase impensável. Esse hábito cotidiano revela muito mais do que uma preferência alimentar. Ele reflete uma herança cultural profundamente ligada à h

Ronaldo Oliveira
19 de mar.2 min de leitura


Agroindústria de farinha retoma atividades e reacende esperança na Vila Paulo Fonteles
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na zona rural de Parauapebas, a Vila Paulo Fonteles começa a escrever um novo capítulo em sua história. Após sete anos de portas fechadas, a Agroindústria de Farinha local se prepara para retomar suas atividades, trazendo de volta a esperança e a perspectiva de dias melhores para os moradores. O movimento de reativação ganhou força a partir da realização do Curso de Manipulação de Alimentos, ministrado pela instrutora Lenise Ferreira Bibiano.

Gastronomia Paraense
18 de mar.2 min de leitura


O cheiro-verde e a alma da cozinha paraense
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na cozinha do Pará existe um detalhe simples que diz muito sobre a nossa cultura: o cheiro-verde. Parece apenas um tempero, mas para quem vive a culinária amazônica ele é quase um sinal de identidade da panela. O Cheiro-verde que usamos hoje não nasceu exatamente na Amazônia. Suas bases vieram de longe. Ervas como a cebolinha, a salsa e o coentro chegaram ao Brasil com os portugueses durante o período colonial. Mas foi na Amazônia que esse te

Rômulo Aires (Téo)
17 de mar.2 min de leitura


Fermentações da Amazônia: o sabor invisível do território
Crédito da foto: arquivo pessoal. Em muitas comunidades amazônicas, a fermentação começa de forma silenciosa. A mandioca cozida repousa em um recipiente simples enquanto o calor da floresta e os microrganismos do ambiente iniciam um processo invisível de transformação. Não há laboratório, nem equipamentos sofisticados, existe apenas o tempo, a natureza e o conhecimento acumulado ao longo de gerações. Muito antes de existir garrafa, rótulo ou prateleira de supermercado, as com

Diego Alvino
16 de mar.3 min de leitura


Pirarucu: o bacalhau da Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal Poucos ingredientes representam tão bem a identidade da culinária amazônica quanto o Pirarucu. Habitante ancestral das águas da região, esse gigante dos rios não é apenas um peixe de grande porte, mas também um verdadeiro patrimônio gastronômico da Amazônia. Sua presença na mesa amazônica revela duas faces igualmente importantes: o pirarucu fresco e o pirarucu salgado. Crédito da foto: arquivo pessoal. O pirarucu fresco carrega consigo o sabor

Ronaldo Oliveira
11 de mar.2 min de leitura


Amazônia: Onde a tradição cozinha o futuro em explosões de sabor
Crédito da foto: arquivo pessoal. Há sabores que não apenas alimentam o corpo, mas que nutrem a alma e contam histórias. A culinária amazônica é, sem dúvida, uma dessas joias. Ela se apresenta não como um mero conjunto de receitas, mas como um legado vivo, uma linguagem ancestral que se manifesta em cada garfada. É uma gastronomia que se revela precisa, necessária, e que, em sua essência, nos presenteia com verdadeiras explosões de sabor que ecoam através do tempo. Quando fal

Evelyn Ferreira
4 de mar.2 min de leitura


O inverno amazônico à mesa
Crédito da foto: arquivo pessoal. Quando o inverno amazônico chega, não traz apenas a chuva farta que renova rios e florestas. Ele inaugura um tempo de abundância silenciosa, marcado pelo amadurecer de frutas que moldam sabores, técnicas e memórias da gastronomia amazônica. É nesse período que a cozinha se alinha ao ritmo da natureza, respeitando a sazonalidade e celebrando aquilo que a terra oferece no seu auge. A pupunha surge como símbolo dessa estação. Mais conhecida em s

Ronaldo Oliveira
24 de fev.2 min de leitura


Meu país chamado Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal. Falar de gastronomia amazônica é falar de território, de memória e de pertencimento. É entender que a Amazônia não é apenas um bioma, mas um país simbólico, diverso e profundamente enraizado nos saberes de seus povos. Na mesa amazônica, o alimento carrega história, identidade e uma relação íntima com a natureza, respeitando os ciclos das águas, da floresta e do tempo. Quando se pensa em Amazônia, muitos imaginam apenas rios e floresta fechada

Ronaldo Oliveira
18 de fev.2 min de leitura


Limão, pitiú e peixe: o que a culinária amazônica nos ensina
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, o cheiro do peixe tem nome, história e significado. Chamamos de pitiú — palavra que não se traduz apenas como odor, mas como identidade. O pitiú é o aroma do rio, da escama fresca, da água doce ainda viva na carne. Para quem nasceu e cresceu à beira d’água, ele não é defeito: é sinal de origem. Ainda assim, ao longo do tempo, o limão passou a ocupar um lugar quase obrigatório no trato do peixe. Espreme-se antes, durante e de

Ronaldo Oliveira
12 de fev.2 min de leitura


A Cozinha Amazônica e o Número de Ouro: a matemática que nasce do rio
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, a comida nunca foi apenas alimento. Ela é equilíbrio, tempo, observação da natureza e respeito ao ciclo da vida. Muito antes de a matemática chamar de número de ouro (φ ≈ 1,618), a cozinha amazônica já praticava essa proporção intuitivamente — no prato, no preparo e na relação com o território. O número de ouro é conhecido como a proporção da harmonia. Está presente nas folhas, nas conchas, nos rios sinuosos e também na forma com

Rômulo Aires (Téo)
10 de fev.2 min de leitura


A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais
A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais. Coluna de Ronaldo Oliveira no site Gastronomia Paraense.

Ronaldo Oliveira
5 de fev.2 min de leitura


A matemática também mora no rio
Coluna de Rômulo Aires no site Gastronomia Paraense

Rômulo Aires (Téo)
3 de fev.1 min de leitura
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