top of page
Buscar


Castanha-do-pará: economia, memória e floresta em pé
créditos da foto: arquivo pessoal. Há algumas semanas, assisti a um vídeo em que uma jovem preparava um pudim de castanha. No título, ela escrevia “castanha de Rondônia”. Para alguns, poderia soar como erro geográfico. Para mim, soou como afeto. A castanha pode ter nome científico (Bertholletia excelsa), pode ter denominação comercial consolidada como castanha-do-Brasil, mas, na vivência amazônica, ela ganha sobrenomes emocionais. Ela pertence ao lugar de onde foi enviada, à

Edivaldo Cordeiro
26 de fev.3 min de leitura


Tradição e sabor em família: Nalva Souza fortalece a culinária regional em Porto Grande (AP)
créditos da foto: arquivo pessoal. Em Porto Grande (AP), onde a culinária regional é parte essencial da identidade cultural, a empreendedora Nalva Souza enxergou uma oportunidade promissora: investir em comidas típicas em uma região onde poucas pessoas atuavam nesse segmento. Assim nasceu o restaurante Delícias da Vovó, um espaço que une tradição, sabor e afeto. A decisão de empreender veio da observação do mercado local. Nalva percebeu que havia demanda por pratos tradiciona

Gastronomia Paraense
25 de fev.2 min de leitura


Carvalho Dinart Buffet: arte, pontualidade e amor que transformam eventos em experiências memoráveis
créditos da foto: arquivo pessoal. Empreender sempre foi um foco claro na vida de Dina Farias, mas a gastronomia não surgiu por acaso. Veio de família — da vivência, da tradição e do amor pela cozinha. Foi dessa base que nasceu o Carvalho Dinart Buffet, um empreendimento que carrega identidade própria desde o nome. Segundo Dina, graduada e pós-graduada em gastronomia pela UNAMA, o nome surgiu da forma como as pessoas reconheciam seu trabalho: tudo o que ela fazia tinha um toq

Gastronomia Paraense
24 de fev.2 min de leitura


O inverno amazônico à mesa
Crédito da foto: arquivo pessoal. Quando o inverno amazônico chega, não traz apenas a chuva farta que renova rios e florestas. Ele inaugura um tempo de abundância silenciosa, marcado pelo amadurecer de frutas que moldam sabores, técnicas e memórias da gastronomia amazônica. É nesse período que a cozinha se alinha ao ritmo da natureza, respeitando a sazonalidade e celebrando aquilo que a terra oferece no seu auge. A pupunha surge como símbolo dessa estação. Mais conhecida em s

Ronaldo Oliveira
24 de fev.2 min de leitura


Gastronomia narrativa: quando o prato conta histórias
créditos da foto: arquivo pessoal. Na maioria das vezes, pensamos na gastronomia como técnica, sabor ou estética. Mas existe uma camada mais profunda: todo prato conta uma história. Antes de ser servido, ele já carrega um território, um tempo, uma memória e uma intenção. Pessoas e ingredientes são personagens. Texturas podem representar conflitos. Temperaturas podem criar tensão. E o aroma é uma introdução invisível. Assim como na literatura, cozinhar não é apenas combinar el

Diego Alvino
23 de fev.3 min de leitura


Quem nós somos dentro da cozinha?
créditos da foto: arquivo pessoal. Quando pensamos em comida paraense, a tendência é olhar apenas para nossa parte belenense ou indígena. Lembramos do açaí, do peixe frito, da maniçoba, do tacacá e de outros pratos que, de fato, são exemplos da nossa cultura alimentar. Só que muitas vezes esquecemos que o Pará é maior do que muitos países da Europa e que nós também temos culturas diferentes dentro da nossa própria terra. É consenso que os indígenas tiveram um papel importante

Kenny Nogueira
22 de fev.3 min de leitura


Sabores do Norte: a riqueza ancestral da gastronomia paraense
Crédito da foto: arquivo pessoal. A gastronomia paraense é um verdadeiro patrimônio cultural, rica em tradições que remontam a séculos. Enraizada na sabedoria dos nossos ancestrais, cada prato é uma celebração da biodiversidade da Amazônia e uma homenagem à cultura indígena que moldou nossa identidade alimentar. A maniçoba , por exemplo, é um prato que atravessa gerações. Feita a partir das folhas da mandioca, cuidadosamente cozidas, representa a conexão com a terra e os cost

Evelyn Ferreira
19 de fev.2 min de leitura


Mirella Pão de Queijo: fé, dedicação e sabor que conquistam Dom Eliseu
Crédito da foto: arquivo pessoal. No coração de Dom Eliseu, no box 16 do Mercado Municipal, um pequeno espaço se transformou em ponto de referência para quem busca sabor, qualidade e acolhimento. O Mirella Pão de Queijo nasceu de um sonho simples, mas cheio de propósito: empreender e levar às pessoas um produto feito com amor. À frente do negócio está Bruna Mirella, que construiu essa história ao lado do esposo, Josivan, parceiro de vida e também de trabalho. Juntos, enfrenta

Gastronomia Paraense
18 de fev.3 min de leitura


Meu país chamado Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal. Falar de gastronomia amazônica é falar de território, de memória e de pertencimento. É entender que a Amazônia não é apenas um bioma, mas um país simbólico, diverso e profundamente enraizado nos saberes de seus povos. Na mesa amazônica, o alimento carrega história, identidade e uma relação íntima com a natureza, respeitando os ciclos das águas, da floresta e do tempo. Quando se pensa em Amazônia, muitos imaginam apenas rios e floresta fechada

Ronaldo Oliveira
18 de fev.2 min de leitura


Maturação: do Moquém ao Dry Aged
coluna de Diego Alvino no site Gastronomia Paraense.

Diego Alvino
17 de fev.3 min de leitura


Do interior do Pará ao Sul do Brasil: a trajetória de Yong e o sucesso da Pizzaria Lá Romana
História empreendedora de Yong

Gastronomia Paraense
11 de fev.3 min de leitura


A Cozinha Amazônica e o Número de Ouro: a matemática que nasce do rio
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, a comida nunca foi apenas alimento. Ela é equilíbrio, tempo, observação da natureza e respeito ao ciclo da vida. Muito antes de a matemática chamar de número de ouro (φ ≈ 1,618), a cozinha amazônica já praticava essa proporção intuitivamente — no prato, no preparo e na relação com o território. O número de ouro é conhecido como a proporção da harmonia. Está presente nas folhas, nas conchas, nos rios sinuosos e também na forma com

Rômulo Aires (Téo)
10 de fev.2 min de leitura


A ciência e a neurociência do sabor amazônico
A ciência e a neurociência do sabor amazônico. Coluna de Diego Alvino.

Diego Alvino
9 de fev.3 min de leitura


Pimenta: A Base Aromática da Gastronomia Paraense
Pimenta: A Base Aromática da Gastronomia Paraense

Kenny Nogueira
8 de fev.4 min de leitura


A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais
A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais. Coluna de Ronaldo Oliveira no site Gastronomia Paraense.

Ronaldo Oliveira
5 de fev.2 min de leitura
bottom of page

