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Meu país chamado Amazônia
Crédito da foto: arquivo pessoal. Falar de gastronomia amazônica é falar de território, de memória e de pertencimento. É entender que a Amazônia não é apenas um bioma, mas um país simbólico, diverso e profundamente enraizado nos saberes de seus povos. Na mesa amazônica, o alimento carrega história, identidade e uma relação íntima com a natureza, respeitando os ciclos das águas, da floresta e do tempo. Quando se pensa em Amazônia, muitos imaginam apenas rios e floresta fechada

Ronaldo Oliveira
18 de fev.2 min de leitura


Maturação: do Moquém ao Dry Aged
coluna de Diego Alvino no site Gastronomia Paraense.

Diego Alvino
17 de fev.3 min de leitura


Entre o bloco e o banquete: a comida na história do carnaval
Crédito da foto: arquivo pessoal. Domingo de Carnaval. Você aí, lendo este texto talvez entre um bloquinho e outro, mas já parou para pensar o quanto a alimentação está relacionada ao Carnaval? Como eu adoro contar histórias, vamos mergulhar nesse bloco e entender o quanto a comida faz parte dos momentos mais simples, e também mais intensos, da nossa vida. Muito antes de o Carnaval estar associado às festas cristãs, suas raízes já estavam ligadas a celebrações pagãs de fertil

Kenny Nogueira
15 de fev.3 min de leitura


Fala meu povo lindo! Tudo bem com vocês?
Crédito da foto: arquivo pessoal. Tomando meu cafezinho, aqui no Combu, e refletindo sobre esse povo ribeirinho guerreiro. Aqui na ilha, bioeconomia e sustentabilidade não são pauta de seminário. São rotina!Basta uma pausa rápida para um cafezinho na beira do rio, olhando o vai e vem das embarcações de diversos tamanhos e modelos, para constatarmos que aqui produzir e preservar não são caminhos paralelos, são escolhas necessárias para manutenção do ofício ribeirinho. A bioeco

Arturo Báez
14 de fev.2 min de leitura


Guaraná da Amazônia une tradição indígena e identidade gastronômica paraense
Guaraná da Amazônia

Edivaldo Cordeiro
13 de fev.2 min de leitura


Limão, pitiú e peixe: o que a culinária amazônica nos ensina
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, o cheiro do peixe tem nome, história e significado. Chamamos de pitiú — palavra que não se traduz apenas como odor, mas como identidade. O pitiú é o aroma do rio, da escama fresca, da água doce ainda viva na carne. Para quem nasceu e cresceu à beira d’água, ele não é defeito: é sinal de origem. Ainda assim, ao longo do tempo, o limão passou a ocupar um lugar quase obrigatório no trato do peixe. Espreme-se antes, durante e de

Ronaldo Oliveira
12 de fev.2 min de leitura


Do interior do Pará ao Sul do Brasil: a trajetória de Yong e o sucesso da Pizzaria Lá Romana
História empreendedora de Yong

Gastronomia Paraense
11 de fev.3 min de leitura


Caldeirada paraense:Um sabor que encanta!
Crédito da foto: arquivo pessoal. A caldeirada paraense é um dos pratos mais emblemáticos da culinária do Pará, refletindo a riqueza dos ingredientes da Amazônia e a tradição dos povos ribeirinhos. Essa deliciosa iguaria é um verdadeiro festival de sabores, combinando diversos tipos de peixes frescos da nossa região, como tambaqui, dourada e até mesmo o famoso filhote, que garantem um gosto inconfundível. O preparo da caldeirada é uma arte em si. Os peixes são marinados com t

Evelyn Ferreira
11 de fev.1 min de leitura


A Cozinha Amazônica e o Número de Ouro: a matemática que nasce do rio
Crédito da foto: arquivo pessoal. Na Amazônia, a comida nunca foi apenas alimento. Ela é equilíbrio, tempo, observação da natureza e respeito ao ciclo da vida. Muito antes de a matemática chamar de número de ouro (φ ≈ 1,618), a cozinha amazônica já praticava essa proporção intuitivamente — no prato, no preparo e na relação com o território. O número de ouro é conhecido como a proporção da harmonia. Está presente nas folhas, nas conchas, nos rios sinuosos e também na forma com

Rômulo Aires (Téo)
10 de fev.2 min de leitura


A ciência e a neurociência do sabor amazônico
A ciência e a neurociência do sabor amazônico. Coluna de Diego Alvino.

Diego Alvino
9 de fev.3 min de leitura


Pimenta: A Base Aromática da Gastronomia Paraense
Pimenta: A Base Aromática da Gastronomia Paraense

Kenny Nogueira
8 de fev.4 min de leitura


Memórias e referências em tempos de IA
Crédito da foto: arquivo pessoal. Fala, meu povo lindo! Tudo bem com vocês? Tô aqui, com meu cafezinho, fazendo uma reflexão. Tem dias em que a cozinha parece ganhar um botão novo: “resolver” . A inteligência artificial entra como quem chega com o mise en place pronto, etiquetado, porcionado, tudo organizado para marchar o pedido. Você dá o comando e ela te entrega uma combinação de sabores, um método, uma harmonização, um cardápio inteiro — e, se quiser, até a precificação!

Arturo Báez
7 de fev.2 min de leitura


Comida, memória e pertencimento: o que carrega o paraense
Comida, memória e pertencimento: o que carrega o paraense. Coluna do Chef Edivaldo Cordeiro no Gastronomia Paraense.

Edivaldo Cordeiro
6 de fev.2 min de leitura


A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais
A arte de filetar: Ver-o-Peso e seus encantos culturais. Coluna de Ronaldo Oliveira no site Gastronomia Paraense.

Ronaldo Oliveira
5 de fev.2 min de leitura


Gastronomia Saudável: praticidade e sabor na rotina corrida
Crédito da foto: arquivo pessoal. Em um mundo cada vez mais dinâmico, a busca por uma alimentação saudável se torna uma prioridade para muitos. Com rotinas corridas, as pessoas estão adotando marmitas fit como uma solução prática e nutritiva, permitindo que cuidem da saúde sem abrir mão do sabor. A gastronomia saudável não se resume apenas à restrição de calorias; ela valoriza ingredientes frescos e nutritivos. A inclusão de alimentos como o jambú, uma planta típica da Amazôn

Evelyn Ferreira
4 de fev.1 min de leitura


A matemática também mora no rio
Coluna de Rômulo Aires no site Gastronomia Paraense

Rômulo Aires (Téo)
3 de fev.1 min de leitura


Harmonização: quando o paladar encontra o cérebro
Crédito da foto: Ana Beatriz (@beatr9z) Muito além da famosa pergunta “qual bebida combina com esse prato?”, a harmonização entre alimentos e bebidas é um diálogo silencioso entre química, fisiologia e memória. O que sentimos à mesa não acontece apenas na língua — acontece, sobretudo, no cérebro. O paladar humano é capaz de identificar cinco gostos básicos: doce, salgado, ácido, amargo e umami. Mas o sabor, como experiência completa, nasce da soma entre gosto, aroma, textura,

Diego Alvino
2 de fev.2 min de leitura


Do lava-pratos ao comando da cozinha: a trajetória de Breno César
Reportagem sobre a história de Breno César

Gastronomia Paraense
1 de fev.2 min de leitura


RESSACA DA COP-30: Precisamos nos reinventar
Crédito da foto: arquivo pessoal. Parafraseando Carlos Drummond de Andrade: E agora, José? A COP acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou... Não podemos negar que a COP-30 foi um dos maiores eventos já realizados na capital paraense nos últimos 40 anos. O que talvez se assemelhe, seja a visita do Papa, mas eu sequer havia nascido para medir esse impacto. De todo modo, é inegável que melhorias ficaram para Belém, independentemente de posição política. No entanto, a

Kenny Nogueira
1 de fev.3 min de leitura


Curso de Segurança no Trabalho e Primeiros Socorros qualifica equipe do Rancho Mineiro Park em Parauapebas
créditos da foto: arquivo pessoal. Curso de Segurança no Trabalho e Primeiros Socorros qualifica equipe do Rancho Mineiro Park em Parauapebas Parauapebas recebeu uma importante iniciativa de capacitação profissional com a realização do Curso de Segurança no Trabalho e Primeiros Socorros, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Parauapebas (SIPRODUZ), presidido por Graziele Ribeiro. A ação levou formaçã

Gastronomia Paraense
22 de dez. de 20252 min de leitura
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